Uma Carta de Jim Elliot a seus Pais

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Jim Elliot, que morreu como mártir nas praias do Equador, a seus pais quando lhes disse que estava partindo:

“Não me surpreende que vocês fossem entristecidos com a notícia da minha ida para a América do Sul. Isso não é nada mais do que aquilo que o Senhor Jesus nos advertiu quando ele disse aos discípulos que deveriam se tornar tão apaixonados com o reino e em segui-lo de tal forma que todas as outras alianças devem se tornar como se nunca tivessem sido feitas. E ele nunca excluiu o laço familiar. Na verdade, esses amores que consideramos como mais íntimo, ele nos disse que deveriam se tornar como ódio, em comparação com os nossos desejos de defender sua causa. Não se entristeçam, então, se os seus filhos parecem abandoná-los, mas, em vez disso, alegrem-se de ver a vontade de Deus realizada com alegria. Lembrem-se como o salmista descreveu os filhos? Ele disse que eles eram como uma herança do Senhor, e que todo homem deveria ficar feliz se tivesse a sua aljava cheia deles. E do que é cheia uma aljava  senão de flechas? E para que servem as flechas se não forem para serem atiradas? Assim, com os braços fortes da oração, puxa-se a corda do arco para trás, lançando as flechas — todas elas, direto nos exércitos do Inimigo.”

‘Consagre teus filhos para levarem a mensagem gloriosa, Dê de tuas riquezas para acelerá-los em seus caminhos, Derrama a tua alma por eles em oração vitoriosa, E tudo o que gastastes, Jesus te retribuirá.’”

Do original: A Letter From Jim Elliot To His Parents

Por: Jim Elliot

Tradução: Victor Brito; Revisão: Vinicius Musselman.

OriginalUma Carta de Jim Elliot a seus Pais

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Tributo a Kathryn Kuhlman por David Wilkerson

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Tributo a Kathryn Kuhlman por David Wilkerson

Tributo a Kathryn Kuhlman por David Wilkerson

Penso que agora todos a conhecem. Durante quase um quarto de séculos, ela foi instrumento de Deus que permitiu que a cura e a restauração fluíssem na vida de milhares de pessoas.
De um lado amada e admirada por milhões;de outro, difamada pelos que desprezam a cura divina ou por aqueles que não fizeram esforço algum para compreendê-la ou o que representa. Eu porém, a vi nos bastidores, bem antes de encarar uma multidão e expressar sua fé ilimitada em Deus, e a observei cuidadosamente, sempre dizia:
– Querido Deus, a menos que me unjas e me toques, nada sou. Não tenho valor quanta a natureza da carne se põe no caminho. Receba toda a glória; caso contrário não poderei ministrar. Não vou me mover sem ti.

E entrava em cena. Era surpreendente, quase inacreditável. O que dizia não era muito, porque era sempre tão claro e simples como o estilo de pregação usado pelo próprio Cristo. Eu não compreendia, nem ela, mas, quando o Espírito começava a se mover em sua vida – e via-se repentinamente compelida a desafiar o poder de satanás em nome de Jesus-, milagres começavam a acontecer. Pessoas de toda parte, até os mais calmos e circunspectos, caíam prostrados ao chão. Católicos e protestantes levantavam as mãos e louvavam a Deus juntos – Tudo com ordem e decência. O poder do Espírito Santo alcançava a plateia como ondas do oceano. Os profissionais da televisão logo perceberam não se tratar de uma impostora ou fanática. Pessoas que eles conheciam tinham sido ajudadas por esse ministério. Sua inteligência e sabedoria divinas não tinham igual.

Não era rica,nem se apegava ao materialismo. Eu sei! Ela levantou pessoalmente uma oferta ao Desafio Jovem ( Global Teen Challenge) e a entregou em prol de uma instalação em nossa fazenda, cujo objetivo era alcançar e reabilitar dependentes químicos. Com suas orações,recursos foram doados para construção de igrejas em países subdesenvolvidos ao redor do mundo. Não só patrocinou a educação de crianças carentes como de jovens talentosos, alvos de seu amor e preocupação. Andou comigo pelos guetos de Nova York e impôs as mãos amorosas sobre viciados. Nunca titubeou ou recuou -sua preocupação era genuína. Por que este tributo a ela? Porque o Espírito Santo me ordenou que o fizesse! Ela nada me deveu, e a ela nada peço, a não ser o mesmo amor e respeito que me mostrou durante anos. Quase sempre prestamos homenagem somente aos mortos.( a srª Kuhlman ainda estava viva). Agora então, a uma mulher grande mulher de Deus, que tão profundamente afetou minha vida e a de milhões de pessoas, dizemos: Nós a amamos em nome de Cristo!

A respeito de Kathryn Kuhlman,a história dirá: sua vida e morte deram glória a Deus.

David Wilkerson, Nada é impossível, ed. Vida, prefácio.

Dica do meu amigo Marcondes.